Quando o homem chega na encruzilhada, olha de um lado é nada, olha do outro e é nada também...Aí o céu escurece e desaba, e tudo se acaba.
Quando tudo está perdido na vida, e só mesmo quando tudo está perdido na vida...
É que se vê... Na vida nunca nada está perdido amigo...
Eu andava acabrunhado e só Perdido e sem lugar
Feito um galho seco arrastado pelo temporal. Pensei até em enrolar minha bandeira. E dar no pé.
Eu pensei até em jogar fora. Minha história , os documentos e aquela fé.
Fazia tempo que o sol não derramava luz na minha vidraça.
Depois que tudo passa.
O vento leva as nuvens negras noutra direção.
Também pudera,
Uma hora era o fogo que rasgava o chão...
Outra hora era a água que descia...
E alagava toda minha visão.
Inda bem que restou o seu sorriso.
Que me alumia a alma. E me acalma quando eu preciso. Quando é preciso. Como eu preciso.
ABERTURA
Uma vez alçado vôo todo novo confinamento será ilusório, o pássaro que antes voava e amplitude alcançava ao fugir se deu conta que dentro dele ainda mora a essência do que sempre foi...Ele, que por não mais treinar voou rasteiro, sentiu que ainda sabe voar...E quando solitário na gaiola almejar a liberdade bate as asas pro universo que é todo o nosso recordar...Voando na amplitude que o meu verso jamais conseguirá alcançar!
sábado, 12 de dezembro de 2009
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